Quase memória | Setembro de 2017
A premiada obra explora o território situado entre a memória e a ficção a partir de um punhado de recordações do narrador-autor. Nelas, a figura de seu pai é o centro e a motivação para o exercício das lembranças que, constantemente, adquirem contornos do imaginário. Nostalgia, cumplicidade, vergonha, saudade: os mais diversos sentimentos despertados por um improvável embrulho. Após 20 anos afastado da literatura, Carlos Heitor Cony publica este que chama de quase romance e recebe importantes prêmios literários por ele.
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